quinta-feira, 7 de julho de 2011

Poema - Cronologia

Ah! Tempo ingrato!
Horas que passam sem fim
Os séculos que para te passam
Segundos grafados em mim.

Descansa Relógio!
É hora de parar
Se um dia tudo começa
Um dia têm que acabar.

Para que contar o futuro?
Se o presente o tempo desfaz
Para te o infinito é curto
E morte para mim traz.

Continuar a medir não compensa...
Ficará um dia sozinho a contar
Minha morte será tua sentença
Sem ninguém para medir o tempo irá se findar.


Priscila Hirotsu.
07/2011#